Como podemos analisar esse cenário que estamos vivendo!

A pandemia causada pelo novo coronavírus (Covid-19) colocou o mundo todo em uma situação inimaginável, modificando e transformando o modelo atual de sociedade: em distanciamento social.

Neste contexto,  ao reinventar e criar novas habilidades e hobbies, uma nova ideia de futuro foi criada. “O mundo que existia antes do coronavírus, ficou para trás. Mesmo que, de maneira hipotética, o vírus sumisse ou uma vacina e cura para a COVID-19  fosse encontrada na próxima semana, o Brasil e o mundo não seria mais o mesmo. E, as pessoas também não.” 

O momento é extremamente delicado,  quando falamos em como administrar nosso planejamento estratégico na empresa.

Toda crise, paradoxalmente, é uma oportunidade de aprendizado em todos os aspectos sociais e empresariais. Mostra nos, que por uma questão de sobrevivência, a rever não somente como gerenciamos nossos negócios, mas também a fazer uma nova leitura do futuro e, principalmente, dos modelos de gestão das nossas equipes.

A primeira lição que a pandemia da Covid-19 nos deu, foi que não há planejamento estratégico que suporte uma crise desta envergadura, pois nem o mais pessimista dos cenários alcançava tamanho impacto nos negócios.

O futuro passa pela capacidade de “entender” que as mudanças que estamos vivendo determinarão um novo modelo de consumo e relacionamento humano e  comercial, pela capacidade de “adaptabilidade”, baseada em resiliência, agilidade e eficácia para fazer mudanças no tempo exato.

Uma segunda lição será, sem dúvida, incorporar a variável da “incerteza”, tanto no planejamento como no dia a dia operacional e Humano.

O aprendizado dever ser constante a cada dia,  devemos estar preparados e “abertos” para entender que as mudanças passaram a ocorrer com uma frequência maior que estávamos acostumados.

Será fundamental ter capacidade de adaptar-se rapidamente e usar seu termômetro para medir sua capacidade e gerenciamento de seus recursos, tanto humano como de consumo.

Especificamente no setor da Saúde, hospitais, médicos operadoras e indústria deverão iniciar, efetivamente, um caminho de convergência onde a “entrega de valor” real seja o principal diferencial competitivo.

Quando assumirmos que a incerteza é a única certeza que temos, conseguirmos entender como seu desdobramento influenciará no desempenho das nossas empresas, e que nos tornaremos capazes de mergulhar verdadeiramente em como organizar e enfrentar esta ou qualquer crise.

A incerteza não nos obriga a improvisar, aliás muito pelo contrário, nos obriga a liderar com visão e percepção de mercado, estruturando modelos inovadores, altamente eficazes e principalmente privilegiando equipes de alta performance.

No meu ponto de vista, além dos pontos citados acima, temos que revisar todos os processos e todos os custos, diretos, indiretos aos produtos e serviços.

Rever planejamento estratégico, rever as metas, reestruturar equipes, redobrar toda atenção que no passado não dávamos muita importância.

Estamos num momento da retomada de suas estratégias empresariais e pessoais.

Ai coloco algumas verdade sobre o que mata uma empresa:

O que mata uma empresa é o despreparo do empresário e não o coronavirus.

O que afunda uma empresa é o que esta do lado de dentro, e não do lado de fora, é o amadorismo empresarial.

Qual é o seu maior dor e desafio hoje…?

Autoria: Madalena - Consultoria e Assessoria

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